Monumento é iluminado em amarelo para reforçar necessidade de reduzir o número de acidentes

Como parte das celebrações do movimento Maio Amarelo, o Detran RJ e o Santuário Arquidiocesano Cristo Redentor realizaram, na noite desta terça-feira (12/5), uma missa aos pés do monumento ao Cristo Redentor para reforçar a mensagem de valorização da vida, chamar a atenção para o alto índice de mortos e feridos no trânsito e advertir sobre a responsabilidade de todos por um trânsito mais seguro.

O monumento ao Cristo Redentor foi iluminado em amarelo, num convite para que cada motorista, motociclista, ciclista e pedestre faça um chamado à consciência e compreenda que, no trânsito, pequenas atitudes salvam vidas. Os acidentes de trânsito continuam sendo uma das principais causas de morte em todo o mundo, embora cada uma dessas mortes e lesões seja evitável.

Presidida pelo vigário colaborador do Santuário Cristo Redentor padre Walnei Antunes, a missa contou com a presença do presidente do Detran RJ, Carlos Eduardo Sarmento da Costa, de diretores e funcionários do departamento, e de representantes de alguns órgãos parceiros do Detran RJ na tarefa de preservar vidas no trânsito: Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (INTO), CET-Rio e Operação Lei Seca. As vítimas de acidentes e suas famílias foram lembradas durante a celebração, com um pedido para que o Senhor lhes conceda o conforto na dor. Houve também um pedido especial pela recuperação dos enfermos.

Em 2026, o tema do Maio Amarelo é: “No trânsito, enxergar o outro é salvar vidas”. De acordo com o presidente do Detran RJ, Carlos Sarmento, a palavra-chave é empatia: “Não é enxergar o próximo puramente para observar. É sentir o próximo, olhar o outro como se fosse você naquela outra perspectiva. Falta um pouco disso no ser humano: enxergar o próximo como se fosse ele próprio. No trânsito, isso é fundamental”, afirmou o presidente.

Antes da Missa, a Coordenadoria de Educação para o Trânsito do Detran RJ fez uma ação educativa com os visitantes do Santuário, que foram convidados a participar de uma ação usando óculos especiais que simulam os efeitos do uso de drogas e álcool na direção. A atividade permite experimentar os efeitos da alteração da percepção causada pelo consumo de substâncias que comprometem a capacidade de dirigir.